CONFLICTO, RIVALIDAD MIMÉTICA Y NO VIOLENCIA: LA AMISTAD COMO HORIZONTE ÉTICO DE LA CONVIVENCIA
DOI:
https://doi.org/10.56238/revgeov17n3-171Palabras clave:
Amistad, Conflicto, Ética Relacional, Mímesis, No ViolenciaResumen
Este artículo examina, desde una perspectiva filosófica, el estatus del conflicto en las relaciones humanas e investiga hasta qué punto la no violencia puede interrumpir la lógica mimética que transforma la diferencia en hostilidad. Parte de la hipótesis de que el conflicto es parte integral de la condición relacional de los seres humanos y, por lo tanto, no puede simplemente eliminarse de la vida social. El problema surge cuando se ve capturado por la reciprocidad violenta y la rivalidad, produciendo formas de enemistad que degradan el vínculo con el otro. Basado en una investigación bibliográfica, con un enfoque cualitativo y de carácter teórico-conceptual, el texto articula contribuciones de Jean-Marie Muller, René Girard, Georg Simmel, Zygmunt Bauman, Norberto Bobbio, José Maria da Silva Rosa y León Tolstói. Argumenta que la no violencia no significa pasividad, sino una práctica ética de resistencia a la violencia sin reproducirla. Concluye que la amistad puede entenderse como un horizonte ético de convivencia, en la medida en que nos permite reflexionar sobre relaciones marcadas por la responsabilidad, el reconocimiento y el rechazo a la venganza.
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Referencias
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