ENTRE EL CUERPO, LA CULTURA Y EL SILENCIO: LA MEDIACIÓN DE LA MENARQUIA EN LA CONSTRUCCIÓN DE LA SUBJETIVIDAD Y LA SALUD MENTAL FEMENINA
DOI:
https://doi.org/10.56238/revgeov17n5-010Palabras clave:
Menarquia, Subjetividad Femenina, Mediación, Salud Mental, AdolescenciaResumen
Este artículo investiga cómo la experiencia de la menarquia y su mediación cultural influyen en la construcción de la subjetividad femenina y en aspectos relacionados con la salud mental desde la adolescencia hasta la edad adulta. Se plantea la hipótesis de que las formas en que la menarquia se narra, silencia o simboliza en contextos familiares, escolares y sociales impactan la relación de la mujer con su propio cuerpo e identidad. El marco teórico se basa en una perspectiva histórico-cultural, articulando contribuciones de Audre Lorde (2019), Henri Wallon (1968), Laura Owen (1994), Lev Vygotsky (1991), Michel Foucault (1988), Silvia Lane (2012) y Zygmunt Bauman (2001). Se trata de un estudio cualitativo y bibliográfico con desarrollo empírico. La fase teórica busca comprender la menarquia como un fenómeno biopsicosocial, mientras que la fase empírica implica la realización de discusiones grupales con tríadas familiares —compuestas por madre, padre (o figura paterna) e hija— basadas en preguntas orientadoras que fomentan la evocación de narrativas y experiencias. Los datos se analizarán mediante el Análisis Temático Reflexivo, considerando el contenido narrativo, las dinámicas relacionales y las influencias socioculturales. El estudio se alinea con los Objetivos de Desarrollo Sostenible 3 y 5 de la Agenda 2030 de las Naciones Unidas, que promueven la salud mental y la igualdad de género. Se espera que contribuya a la comprensión de la experiencia de la menarquia a la luz de las intersecciones entre género, cultura y condiciones sociales, ampliando los debates sobre el cuerpo y la subjetividad femenina, así como sobre las prácticas de mediación familiar, escolar y sanitaria.
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