SOBRE LAS POSIBILIDADES DE REFLEXIÓN SOBRE LA RELACIÓN ENTRE LA TEORÍA DE LA HISTORIA Y LA ENSEÑANZA DE LA HISTORIA: AFECTO, ÉTICA Y CONCIENCIA HISTÓRICA
DOI:
https://doi.org/10.56238/revgeov17n5-033Palabras clave:
Enseñanza de la Historia, Ética, AfectoResumen
La enseñanza de la historia en esta segunda década del siglo XXI se presenta como un reto práctico en el aula y un desafío teórico para nuestra disciplina. Estos retos implican una reflexión crítica sobre las representaciones del pasado que no se centra en las instituciones académicas, sino que abarca la educación básica. Ante el revisionismo y el negacionismo que cuestionan la autoridad del profesor de historia, en primer lugar, y ante un alumnado que parece más influenciado por algoritmos que por el conocimiento escolar, este trabajo propone una coexistencia y cooperación guiadas por la ética en la teoría de la historia y por la afectividad en la práctica docente. De esta relación surge la problematización de la conciencia histórica como factor fundamental para comprender a los sujetos en sus temporalidades, ya sean sujetos históricos o sujetos de aprendizaje (entre los que se incluyen docentes y estudiantes). La propuesta es que la ética y la afectividad coexistan en un compromiso mutuo para combatir las falsificaciones y el negacionismo, con estrategias que sensibilicen al alumnado ante las tragedias que han marcado nuestra historia. Así, más allá de la creciente normalización de la violencia y el discurso de odio, el derecho a existir y a resistir despierta sensibilidades y conexiones.
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