TRASTORNO DEL ESPECTRO AUTISTA EN EL CONTEXTO DE LA ESCUELA PÚBLICA: CONTRIBUCIONES DE LA EDUCACIÓN FÍSICA ESCOLAR AL DESARROLLO DEL LENGUAJE: MEDIACIÓN, CUERPO Y COGNICIÓN INCORPORADA
DOI:
https://doi.org/10.56238/revgeov17n5-087Palabras clave:
Trastorno del Espectro Autista, Educación Física Escolar, Cognición Incorporada, Mediación Pedagógica, Comunicación Aumentativa y Alternativa, Educación InclusivaResumen
El presente artículo analiza las contribuciones de la Educación Física escolar al desarrollo del lenguaje en alumnos con Trastorno del Espectro Autista (TEA) en el contexto de la escuela pública. Se trata de una investigación cualitativa de abordaje teórico-bibliográfico, anclada en el Análisis de Contenido propuesto por Bardin (2016), con un corpus constituido por 38 producciones científicas seleccionadas en bases indexadas SciELO, ERIC, Scopus y Portal de Revistas de la CAPES, publicadas entre 2020 y 2025, siguiendo un protocolo compatible con las directrices del PRISMA. El marco teórico articula la teoría de las Inteligencias Múltiples de Gardner (1995), reposicionada críticamente a la luz de estudios contemporáneos sobre cognición incorporada y lenguaje, con la perspectiva vigotskiana de mediación y con la producción reciente sobre TEA, desarrollo lingüístico e inclusión escolar. Los resultados indican que la Educación Física, cuando se organiza con intencionalidad pedagógica y principios inclusivos, constituye un espacio relevante de mediación del lenguaje, al posibilitar formas de expresión que trascienden la oralidad incluyendo la articulación con recursos de Comunicación Aumentativa y Alternativa (CAA). El análisis evidencia que tal potencial no se efectiviza de modo automático, estando condicionado por la calidad de la mediación docente, la planificación sistemática de las prácticas corporales y las condiciones estructurales en que se desarrolla el trabajo pedagógico. Se identifica, además, una tensión entre enfoques conductuales estructurados y perspectivas socio interaccionistas, cuya articulación produce resultados más consistentes en el contexto escolar. Se concluye que la integración entre cuerpo, movimiento y lenguaje configura un eje pedagógico relevante para la ampliación del repertorio comunicativo de los alumnos con TEA, con implicaciones directas para la formación docente y las políticas de educación inclusiva.
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