EL LABORATORIO FRONTERIZO COMO APOYO A LAS ACCIONES DE VIGILANCIA DE LAS INFECCIONES POR VIH Y HEPATITIS B Y C EN LA FRONTERA AMAZÓNICA
DOI:
https://doi.org/10.56238/revgeov17n5-141Palabras clave:
LAFRON, Vigilancia, VIH, Hepatitis B, Hepatitis C, OiapoqueResumen
Los Laboratorios Fronterizos (LAFRON) son unidades de laboratorio ubicadas en regiones fronterizas que permiten el diagnóstico de enfermedades de notificación obligatoria y de interés para la salud pública. El objetivo de esta investigación fue analizar el papel del Laboratorio Fronterizo (LAFRON) en el apoyo a las acciones de vigilancia del VIH, la hepatitis B y la hepatitis C en el municipio de Oiapoque entre 2010 y 2017. Para este estudio, se analizaron los registros de los resultados de las pruebas realizadas en LAFRON – Oiapoque mediante el método inmunocromatográfico ELISA. El número total de pacientes atendidos en LAFRON entre 2010 y 2017 para el diagnóstico de VIH fue de 750, de los cuales 38 resultaron reactivos y 712 no reactivos. El número de pacientes atendidos entre 2010 y 2017 para el diagnóstico de hepatitis B fue de 1303. De estas, 108 resultaron reactivas y 1195 no reactivas para anti-HBsAg y HBc total, y se realizaron 591 pruebas para el diagnóstico de hepatitis C. De estas, 17 resultaron reactivas y 574 no reactivas para anti-VHC. Los resultados de esta investigación confirman que los LAFRON (Centros de Monitoreo de Zonas Fronterizas) son aliados esenciales de la vigilancia epidemiológica en municipios fronterizos como Oiapoque. Esto permite una respuesta rápida a la vigilancia, facilitando el acceso de la población a un diagnóstico confiable y un tratamiento más rápido en su propia región.
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Referencias
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