TERAPIA COGNITIVO-CONDUCTUAL EN EL TRATAMIENTO DE LA OBESIDAD: EVIDENCIAS DE ESTUDIOS DE CASOS Y REVISIÓN DE LA LITERATURA
DOI:
https://doi.org/10.56238/revgeov17n1-108Palabras clave:
Terapia Cognitivo-Conductual, Obesidad, Psicología Clínica, Cambio Conductual, PsicoterapiaResumen
Este estudio analiza la eficacia de la terapia cognitivo-conductual (TCC) en el tratamiento de la obesidad, teniendo en cuenta su capacidad para promover cambios conductuales y cognitivos relevantes. La obesidad es un problema multifactorial que requiere enfoques terapéuticos capaces de modificar patrones disfuncionales y estimular hábitos saludables. Por lo tanto, se busca comprender cómo las técnicas de la TCC contribuyen a la reestructuración de los pensamientos, la prevención de recaídas y el desarrollo de habilidades de afrontamiento, favoreciendo la adherencia al tratamiento y la mejora de la calidad de vida. La investigación es cualitativa, basada en una revisión bibliográfica y el análisis de estudios de casos. Se utilizaron materiales académicos que abordan la aplicación de la TCC en contextos clínicos y exploratorios, correlacionando la evidencia teórica con los resultados prácticos. Los estudios del presente artículo evidencian que la TCC presenta una eficacia significativa en el control de la obesidad, especialmente cuando se integra en planes de tratamiento multidisciplinares que involucran a profesionales de la salud e incluyen actividad física regular. Esta integración potencia los efectos terapéuticos, promoviendo no solo el control del peso, sino también beneficios emocionales y sociales, como la autoestima y el estado de ánimo. En este sentido, se considera que la TCC, aunque eficaz, no es suficiente por sí sola. Su aplicación debe estar articulada con estrategias multiprofesionales y el uso de recursos tecnológicos, ampliando el alcance y la sostenibilidad de los resultados. Se recomienda que las investigaciones futuras profundicen en la relación entre los factores psicosociales y la eficacia de la TCC, teniendo en cuenta variables como el género, la edad, el nivel socioeconómico y las comorbilidades, además de explorar su aplicación en entornos comunitarios y escolares.
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