THE PSYCHODYNAMICS OF WORK IN THE RETENTION OF GENERATIONS Y AND Z TALENT: A LITERATURE REVIEW

Authors

  • Silmar de Matos dos Santos

DOI:

https://doi.org/10.56238/revgeov17n2-111

Keywords:

Psychodynamics of Work, Subjectivation, Generations Y and Z, Talent Retention

Abstract

The contemporary world of work is undergoing transformations that redefine professional relationships and organizational bonds. Workers from Generations Y and Z value autonomy, purpose, recognition, flexibility, and quality of life, creating a context that imposes increasing challenges to talent retention. In this context, this qualitative and bibliographical research conducted an integrative literature review, analyzing the contributions of the Psychodynamics of Work to the retention of young professionals in organizations. Content analysis followed Bardin's technique (1977), with interpretation based on Dejours' propositions (1992). The results indicate that the approach, by reducing psychological suffering and promoting pleasurable experiences, strengthens motivation, engagement, and well-being, favoring talent retention. Recent studies (Ruffatto Gregoviski et al., 2022; Ramos, 2016) corroborate these findings, highlighting the strategic potential of the Psychodynamics of Work in the contemporary organizational context.

Downloads

Download data is not yet available.

References

Aciole, G. G., & Pedro, M. J. (2019). Sobre a saúde de quem trabalha em saúde: Revendo afinidades entre a psicodinâmica do trabalho e a saúde coletiva. Saúde em Debate, 43(120), 194–206. https://doi.org/10.1590/0103-1104201912015

Amaral, G. A., Mendes, A. M. B., Chatelard, D. S., & Carvalho, I. S. (2018). O lugar do conceito de sublimação na psicodinâmica do trabalho. Revista Polis e Psique, 7(3), 200–223. https://doi.org/10.22456/2238-152X.66740

Antunes, R. (2018). O privilégio da servidão: O novo proletariado de serviços na era digital. Boitempo.

André, J. G. N., Queiroz, J. P. de, Morais, M. de O., Ribeiro, J. de A., Silva, A. S. da, Oliveira, J. S., & Dias, V. P. (2025). Saúde mental no ambiente de trabalho: Estratégias para promover o bem-estar. Journal of Technology & Information, 5(1), 1–17. https://doi.org/10.5281/zenodo.14771432

Bardin, L. (1977). Análise de conteúdo. Edições 70.

Bendassolli, P. F., & Borges-Andrade, J. E. (2015). Dicionário de Psicologia do Trabalho e das Organizações. São Paulo: Casa do Psicólogo.

Carvalho Ramos, L. D. E. F. de. (2016). O trabalho e a saúde mental dos servidores de uma IFES, usuários do Programa Saudavelmente: Uma análise psicodinâmica [Tese de Doutorado, Pontifícia Universidade Católica de Goiás]. Repositório PUC Goiás. https://tede2.pucgoias.edu.br/handle/tede/3645

Cintra, L. N., & Freitas, T. C. G. (2025). Conflitos intergeracionais: os desafios das relações trabalhistas no século XXI [Monografia, FaTec Franca, Centro Paula Souza]. Repositório Institucional do Conhecimento. https://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/34285

Comazzetto, L. R. S., Vasconcellos, S. J. L., Perrone, C. M., & Gonçalves, J. (2016). A geração Y no mercado de trabalho: Um estudo comparativo entre gerações. Psicologia: Ciência & Profissão, 36(1), 145–157. https://doi.org/10.1590/1982-3703001352014

Deloitte. (2022). 2022 Gen Z and Millennial Survey: Country profile – Brazil. Deloitte Global. https://www.deloitte.com/global/en/issues/work/genzmillennialsurvey-2022.html

Dejours, C. (1992). A loucura do trabalho. Cortez Editora.

Dejours, C. (1997). O fator humano. FGV Editora.

Dejours, C. (1999a). A banalização da injustiça social. FGV Editora.

Dejours, C. (1999b). Conferências brasileiras: Identidade, reconhecimento e transgressão no trabalho. Fundap.

Dejours, C. (2004). Subjetividade, trabalho e ação. Revista Produção, 14(3), 27–34. https://doi.org/10.1590/S0103-65132004000300004

Dejours, C. (2008). A banalização da injustiça social (7ª ed.). FGV Editora.

Dejours, C. (2011). Psicopatologia do trabalho – psicodinâmica do trabalho. Laboreal, 7(1), 13–16. https://doi.org/10.4000/laboreal.8030

Duarte, F. S., & Mendes, A. M. B. (2015). Da escravidão à servidão voluntária: Perspectivas para a clínica psicodinâmica do trabalho no Brasil. https://doi.org/10.25113/farol.v2i3.2579

Facco, A. L. R., Obregon, S. L., Rodrigues, G. O., & Marconatto, D. A. B. (2017). Geração Z: Compreendendo as aspirações de carreira de estudantes de escolas públicas e privadas. Revista de Administração, 14(26), 84–108. https://revistas.fw.uri.br/revistadeadm/article/view/2443

Ferreira, C. L., & Pilatti, L. A. (2012). Entrevista realizada com Ana Magnólia Bezerra Mendes. Revista Brasileira de Qualidade de Vida. https://doi.org/10.3895/S2175-08582012000200005

Fleury, M. T. L., & Fleury, A. (2001). Construindo o conceito de competência. Revista de Administração Contemporânea, 5(spe), 183–196.

Formenton, D. F., & Stefano, N. M. (2017). Gerações e mercado de trabalho: Suas relações com as organizações. Revista de Carreiras e Pessoas, 7(3). https://revistas.pucsp.br/index.php/ReCaPe/article/view/32855

Fundação Getúlio Vargas – Instituto Brasileiro de Economia. (2024). Preocupação com escassez de mão de obra qualificada não é exclusiva do setor da construção, apontam sondagens do IBRE. https://ibre.fgv.br/blog-da-conjuntura-economica/artigos/preocupacao-com-escassez-de-mao-de-obra-qualificada-nao-e

Gomes-Souza, R., & Mendes, A. M. (2016). Ressignificação do TEPT a partir da clínica psicodinâmica do trabalho. Revista Guillermo de Ockham, 14(2), 73–82. https://doi.org/10.21500/22563202.2424

Herzberg, F., Mausner, B., & Snyderman, B. B. (1959). The motivation to work (2nd ed.). John Wiley & Sons.

Júnior, E. H. G., & Macêdo, K. B. (2014). Saúde e trabalho do empreendedor: Um estudo em psicodinâmica do trabalho. Fragmentos de Cultura, 23(3), 335–347. https://doi.org/10.18224/frag.v23i3.2954

Lana, A. C. M. de. (2025). O desafio de atrair e reter talentos da geração Z. Revista Foco, 18(8), e008. https://doi.org/10.54751/revistafoco.v18n8-008

Lanier, K. (2017). 5 things HR professionals need to know about Generation Z. Strategic HR Review, 16(6), 288–290. https://doi.org/10.1108/shr-08-2017-0051

Lima, M. E. A. (1998). A psicopatologia do trabalho. Psicologia: Ciência e Profissão, 18(2), 10–15. https://doi.org/10.1590/S1414-98931998000200003

Maslow, A. H. (1943). A theory of human motivation. Psychological Review, 50(4), 370–396. https://doi.org/10.1037/h0054346

Mesquita, A. D., Oliveira, L. C., & Munhoz, G. S. (2020). A atuação dos integrantes da geração Z nas organizações. Cadernos de Gestão e Empreendedorismo, 8(1), 104–118. https://doi.org/10.32888/cge.v8i1.40102

Mendes, A. M., & Duarte, F. S. (2013). Mobilização subjetiva. In F. O. Vieira, A. M. Mendes, & A. R. C. Merlo (Orgs.), Dicionário crítico de gestão e psicodinâmica do trabalho (pp. 259–262). Juruá.

Mendes, A. M., & Araújo, L. K. R. (2012). Clínica psicodinâmica do trabalho: o sujeito em ação. Juruá.

Morais, E. M., & Cova, M. C. R. (2025). Desafios de liderança intergeracional com a geração Z no ambiente organizacional. Revista Internacional de Gestão Científica e Turismo, 11(2), e1298. https://doi.org/10.55905/ijsmtv11n2-006

Nassif, L. E. (2005). Origens e desenvolvimento da psicopatologia do trabalho na França (século XX): Uma abordagem histórica. Memorandum, 8, 79–87. https://periodicos.ufmg.br/index.php/memorandum/article/view/6764

PwC. (2023). Pesquisa Global Hopes and Fears 2023. https://www.pwc.com/br/pt/estudos/servicos/consultoria-negocios/2023/pesquisa-global-hopes-and-fears-2023.html

Ruffatto Gregoviski, V., Sei, M. M. C., Soares, A. P., & Kieling Monteiro, J. (2022). Sentido do trabalho e vivências de prazer e sofrimento em venezuelanos que migram ao Brasil. Trabalho (En)Cena, 7, e022005. https://doi.org/10.20873/2526-1487e022005

Santos, É. A. S., Júnior, P. R. K., & Fabricio, A. (2025). Compreendendo as aspirações de carreira: Um estudo sobre a escolha, o sucesso e a empresa ideal para jovens da geração Z. Anais do Simpósio Latino-Americano de Estudos de Desenvolvimento Regional, 4(4). https://publicacoeseventos.unijui.edu.br/index.php/slaedr/article/view/26823

Schein, E. H. (2017). Career anchors: The changing nature of work and careers (4th ed.). Wiley.

Schein, E. H. (2017). Organizational culture and leadership (5th ed.). Wiley.

Salomão, P. E. A., Nery, D. G. de C., Rodrigues, D. de M., Matos, G. C. de, Marquez, J. A. R., Souza, M. H. X. de, Ferreira, M. K. C., Silveira, M. A. da, Souto, N. S., Marques, P. G., Paiva, R. C., Aroeira, T. O. da S., & Teixeira, D. de A. (2025). Saúde mental e bem-estar no trabalho: O impacto do estresse e do burnout na produtividade. Revista Multidisciplinar do Nordeste Mineiro, 1(2), 1–10. https://doi.org/10.61164/rmnm.v1i2.3527

Silva, R. G., Santos, A. C. B. D., Evaristo, J. L. S., & de Souza, J. C. (2021). A psicodinâmica do trabalho na gestão pública: Vivências de servidores em contextos de mudanças em organizações públicas. Gestão & Planejamento, 22(1), 405–426. https://doi.org/10.53706/gep.v.22.6597

Silva, S. D. R., Santana, J. C. C., Silva, T. A. F., & Miranda, A. C. (2025). O impacto da grande resignação na organização do trabalho pós pandemia. Revista Foco, 18(4), 1–9. https://doi.org/10.54751/revistafoco.v18n4-001

Sousa-Duarte, F., Silva, S., & Martínez, M. J. (2022). Da psicodinâmica à psicopatologia do trabalho no Brasil: (In)definições e possibilidades. https://doi.org/10.4025/psicolestud.v27i0.48172

Published

2026-02-22

How to Cite

dos Santos, S. de M. (2026). THE PSYCHODYNAMICS OF WORK IN THE RETENTION OF GENERATIONS Y AND Z TALENT: A LITERATURE REVIEW. Revista De Geopolítica, 17(2), e1635. https://doi.org/10.56238/revgeov17n2-111