ASIMETRÍAS Y FLUJOS EN LA PANDEMIA: LA INFLUENCIA DE LA RED URBANA Y DE LA INFRAESTRUCTURA DE SALUD EN LOS FLUJOS DE BÚSQUEDA DE ATENCIÓN POR COVID-19 EN LA REGIÓN GEOGRÁFICA INMEDIATA DE CODÓ, MARANHÃO, BRASIL
DOI:
https://doi.org/10.56238/revgeov17n1-119Palabras clave:
COVID-19, Red Urbana, Desigualdades Territoriales, Flujos de Salud, Región de CodóResumen
Este estudio analiza la difusión espacial del COVID-19 y los flujos de búsqueda de atención en la Región Geográfica Inmediata de Codó (RGICo), Maranhão, en el período de marzo de 2020 a marzo de 2021. Apoyada en los conceptos de red urbana, difusión espacial y desigualdades territoriales, la investigación utilizó datos secundarios de salud (DATASUS) y socioeconómicos (IBGE) para mapear la infraestructura hospitalaria y el origen de los pacientes. Los resultados revelan profundas asimetrías regionales y una disociación entre la jerarquía urbana formal (REGIC) y la capacidad sanitaria instalada. Se identificó que, aunque Codó sea el centro subregional de mayor jerarquía, fue el municipio de Coroatá el que asumió la centralidad sanitaria efectiva, poseyendo la mayor proporción de UCIs por habitante (3,69/10 mil hab.) y actuando como principal polo receptor, con el 57,8% de sus atenciones provenientes de otros municipios. En contraste, Codó presentó baja atracción regional (solo una atención externa) y Timbiras evidenció extrema vulnerabilidad por la ausencia total de UCIs. Se concluye que la concentración selectiva de infraestructura técnica en puntos específicos forzó desplazamientos pendulares que, paradójicamente, funcionaron como vectores de ampliación de la difusión viral en la región.
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