NACER PARA CUIDAR: PAPEL DE GÉNERO Y SOBRECARGA EMOCIONAL DE LAS MUJERES CUIDADORAS INFORMALES
DOI:
https://doi.org/10.56238/revgeov17n2-157Palabras clave:
Cuidadora, Salud, Género, SobrecargaResumen
Se trata de un estudio sobre la comprensión del impacto de la sobrecarga emocional y psíquica en las cuidadoras informales de pacientes domiciliados, con el objetivo de profundizar en dicha comprensión a partir de factores determinantes como la duración de los cuidados, la gravedad de la condición patológica del paciente, así como sus limitaciones y demandas, el apoyo social disponible y las estrategias de afrontamiento utilizadas por las cuidadoras. Además, el estudio busca comprender cómo el género atraviesa la carga mental de las cuidadoras informales, observando este fenómeno desde una perspectiva social y científica. El diseño metodológico se basó en el análisis de contenido de las narrativas de mujeres cuidadoras de una comunidad adscrita a una unidad de salud, en el interior de Minas Gerais. Los resultados evidenciaron que el cuidado informal, aunque esencial para el mantenimiento de la vida y el sostenimiento de las redes familiares y comunitarias, sigue estando estructurado sobre bases profundamente desiguales. Las cuidadoras entrevistadas revelaron en sus narrativas que la práctica cotidiana del cuidado está atravesada por marcadores de género, soledad y estrategias simbólicas y espirituales que funcionan tanto como apoyo como forma de resignificar el sufrimiento. Ante esto, este estudio reafirma que cuidar también es trabajo, un trabajo que, cuando se realiza de forma solitaria y continua, enferma. Es imprescindible que el cuidado se entienda como una responsabilidad colectiva y que se avance
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