SESGO EN LAS MÁQUINAS: UN ANÁLISIS DE GÉNERO DE LA REPRESENTACIÓN DE CIENTÍFICOS EN LA INTELIGENCIA ARTIFICIAL GENERATIVA
DOI:
https://doi.org/10.56238/revgeov17n4-008Palabras clave:
Inteligencia Artificial, Representaciones de Género, Mujeres en la Ciencia, Divulgación Científica, Sesgo AlgorítmicoResumen
El presente estudio tuvo como objectivo realizar un análisis comparativo y crítico de las respuestas proporcionadas por cuatro herramientas de inteligencia artificial generativa (es decir, ChatGPT, Gemini, Copilot y Perplexitu) sobre científicos hombres y mujeres, observando disparidades en aspectos relacionados con la representación de las mujeres científicas en dichas tecnologías. Se seleccionaron cinco hombres y cinco mujeres, todos científicos reconocidos. Se formularon tres preguntas idénticas sobre cada científico a las herramientas de IA. Las 120 respuestas totales obtenidas fueron categorizadas y analizadas. Los resultados evidenciaron la presencia de estereotipos de género aprendidos por las IAs, que apuntan a la romantización de los logros científicos fmeninos, de sus historias de vida y la tendencia a enfatizar aspectos subjetivos, con diferencias cualitativas en la forma en que hombres y mujeres son representados. Los resultados sugieren la urgencia de mejorar los sistemas de IA para que incorporen estrategias más equitativas en la generación de respuestas. Esto implica adoptar políticas de curaduría de datos, ajustes de modelado y mecanismos de monitoreo que eliminen estereotipos y aseguren representaciones más justas.
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