TRABAJO ANÁLOGO A LA ESCLAVITUD: ESTUDIO DE CASO DE LAS INSPECCIONES EN PLANTAS DE PRODUCCIÓN DE CARBÓN VEGETAL EN EL MUNICIPIO DE GRAJAÚ EN EL AÑO 2024
DOI:
https://doi.org/10.56238/revgeov17n4-162Palabras clave:
Trabajo Forzoso Contemporáneo, Producción de Carbón Vegetal, InspecciónResumen
El trabajo forzoso sigue siendo una grave violación de los derechos humanos en Brasil, especialmente en contextos rurales marcados por la vulnerabilidad socioeconómica, como es el caso de las zonas de producción de carbón vegetal del municipio de Grajaú – MA. Esto subraya la importancia de investigar la persistencia de esta práctica incluso ante los avances legales e institucionales. Ante este panorama, la investigación tuvo como objetivo analizar cómo se manifiesta el trabajo forzoso en las zonas de producción de carbón vegetal de la región, así como evaluar el desempeño de los organismos de inspección en la lucha contra esta práctica e identificar los principales factores que contribuyen a la vulnerabilidad de los trabajadores. Para ello, se adoptó un enfoque cualitativo, de carácter exploratorio y descriptivo, utilizando el estudio de caso como estrategia metodológica, basado en el análisis de documentos oficiales, informes de inspección y una revisión bibliográfica sobre el tema. Los resultados mostraron la ocurrencia de condiciones laborales degradantes, jornadas laborales extenuantes, falta de derechos laborales y exposición a riesgos para la salud, además de demostrar que factores como la pobreza, los bajos niveles de educación y el aislamiento geográfico contribuyen al mantenimiento de estas prácticas. También se observó que las acciones de inspección son fundamentales para rescatar a los trabajadores y exigir responsabilidades a los empleadores, si bien enfrentan limitaciones estructurales que dificultan la erradicación definitiva del problema. Se concluye que para combatir el trabajo forzoso se requiere una acción integral que combine la inspección, las políticas públicas y las medidas preventivas, con el objetivo de reducir la vulnerabilidad social y promover condiciones de trabajo dignas.
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Referencias
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