LOS LÍMITES LEGALES DEL USO DE LA FUERZA POLICIAL EN BRASIL: UN ANÁLISIS CRÍTICO BASADO EN LA PELÍCULA TROPA DE ÉLITE
DOI:
https://doi.org/10.56238/revgeov17n4-165Palabras clave:
Violencia Policial, Derechos Fundamentales, Unidad de Élite, Control de la Actividad Policial, Límites Constitucionales al Uso de la FuerzaResumen
Este artículo profundiza en la relación entre la seguridad pública en Brasil y las garantías fundamentales, prestando especial atención a los límites que la ley impone al uso de la fuerza policial. El objetivo es determinar si la conducta de los equipos retratados en *Tropa de Élite* resiste el escrutinio de la legalidad, confrontando directamente las escenas con lo estipulado en la Ley contra la Tortura (Ley n.º 9.455/1997) y la Ley contra el Abuso de Autoridad (Ley n.º 13.869/2019). El enfoque metodológico fue cualitativo y exploratorio, estructurado en el método deductivo con apoyo de fuentes bibliográficas y documentales. Mediante la aplicación de la hermenéutica jurídica al cine, la narrativa dejó de ser mero entretenimiento para convertirse en una base para el análisis de fenómenos sociales reales. Los hallazgos señalan una clara discrepancia entre la teoría jurídica y la realidad cotidiana de las operaciones, donde la acción estatal en áreas críticas termina deslizándose hacia escenarios excepcionales. Resulta evidente que los métodos de interrogatorio y los allanamientos domiciliarios descritos en la obra ignoran los límites de proporcionalidad establecidos en el Decreto Interministerial n.º 4.226/2010. Esta dinámica evidencia la influencia de lógicas como la necropolítica y el derecho penal del enemigo. Finalmente, cabe destacar que la armonización del deber con la norma exige un control externo más estricto y una formación que priorice la dignidad humana.
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Referencias
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