MONITORIZACIÓN DIGITAL DE LA IMAGEN INSTITUCIONAL DE LA POLICÍA MILITAR DEL ESTADO DE TOCANTINS: HERRAMIENTAS, CASOS DE USO Y PROPUESTA PARA LA CREACIÓN DE UNA OFICINA DE GESTIÓN DE CRISIS DE IMAGEN
DOI:
https://doi.org/10.56238/revgeov17n5-021Palabras clave:
Monitoreo Digital, Escucha Social, Imagen Institucional, Policía Militar de Tocantins, Oficina de Gestión de Crisis de ImagenResumen
Este artículo analiza las herramientas digitales para el monitoreo de redes sociales aplicables a la Policía Militar del Estado de Tocantins (PMTO), investiga casos de uso en instituciones públicas y privadas, y propone la creación de una Oficina de Crisis de Imagen (OCI) y una comisión técnica para desarrollar el Manual Operativo de Monitoreo Digital de la institución. Adoptando un enfoque cualitativo, exploratorio y descriptivo, la investigación estudia la producción científica sobre redes sociales en las instituciones policiales, combinada con el análisis documental de la Directiva No. 001/2025-PM/5-EMG-ASCOM y el Plan de Comunicación Social de la PMTO 2025–2030. Los resultados indican que el mercado ofrece soluciones nacionales —Buzzmonitor, Stilingue y Knewin Monitoring— y soluciones internacionales —Brandwatch, Meltwater y Hootsuite— adecuadas a la realidad de la PMTO y ya utilizadas por organismos como el Tribunal Supremo Federal y por instituciones policiales en otros estados. La Policía Militar de Tocantins (PMTO) cuenta con una importante presencia digital y un marco normativo que exige el monitoreo sistemático de las redes sociales, pero aún carece de una estructura operativa específica para esta actividad. Se concluye que la creación de la Oficina de Gestión de Crisis de Imagen (OGCI) y del comité encargado de la elaboración del manual son los pasos necesarios para la implementación efectiva del mandato normativo y para consolidar la legitimidad institucional de la corporación en el entorno digital.
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