ENSEÑANZA REMOTA DE EMERGENCIA, DESIGUALDAD ESTRUCTURAL Y POTENCIALES DE TRANSFORMACIÓN UN ANÁLISIS DE INFORMES DE PRÁCTICAS EN GEOGRAFÍA (2020–2022)
DOI:
https://doi.org/10.56238/revgeov17n1-074Palabras clave:
Educación a Distancia, Pandemia, Transformación, EREResumen
Este estudio analiza los impactos de la pandemia de COVID-19 en la educación básica brasileña a través de la lente de los informes de prácticas supervisadas en Geografía, producidos entre 2020 y 2022. Utilizando un enfoque de métodos mixtos, el trabajo articula un análisis de contenido cuantitativo de un corpus de 33 informes con un análisis discursivo cualitativo, con el objetivo de mapear las deficiencias, eficiencias y potenciales transformadores de la Enseñanza Remota de Emergencia (ERE). Los resultados cuantitativos revelan una crisis sistémica, marcada por la precariedad de la infraestructura de acceso digital (el 60,6% de los informes señalan conexión inestable), que se traduce directamente en un bajísimo compromiso estudiantil (el 84,8% reporta baja asistencia) y en una percepción generalizada de rezago en el aprendizaje (78,8%). Sin embargo, los datos también evidencian una notable resiliencia docente, con el 54,5% de los informes describiendo adaptaciones pedagógicas creativas. El análisis cualitativo profundiza estos hallazgos, demostrando que la infraestructura operó como la variable determinante del acceso educativo y que la innovación docente ocurrió frecuentemente a costa del estrés y del agotamiento profesional (33,3% de los informes). El estudio concluye que la pandemia no creó, sino que exacerbó las desigualdades estructurales preexistentes, funcionando como una “prueba de estrés” que expuso las fracturas del sistema educativo. Finalmente, el artículo avanza más allá del diagnóstico, proponiendo un marco integrado de intervenciones políticas y pedagógicas, que incluye la creación de plataformas de curaduría territorial, programas de mentoría inversa y observatorios del trabajo docente, con el objetivo de convertir las lecciones de la crisis en un ecosistema educativo más resiliente, equitativo y tecnológicamente integrado.
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Referencias
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