PESADELOS: CONSIDERAÇÕES A PARTIR DA PSICOLOGIA ANALÍTICA DE CARL GUSTAV JUNG
DOI:
https://doi.org/10.56238/revgeov17n1-142Palabras clave:
Pesadillas, Psicología Analítica, Jung, Individuación, SueñosResumen
Este estudio busca abordar el tema de las pesadillas desde la perspectiva de la Psicología Analítica de Carl Gustav Jung, articulando conceptos centrales como el inconsciente, los arquetipos, los complejos, la sombra y el proceso de individuación. Se trata de una revisión teórico-bibliográfica cualitativa que analizó obras clásicas de Jung y sus comentaristas, así como producciones antropológicas recientes sobre el mundo onírico de los pueblos indígenas sudamericanos. Se argumenta que las pesadillas pueden entenderse como manifestaciones simbólicas de contenido inconsciente reprimido y conflictos entre la conciencia y el inconsciente, lo que señala la necesidad de integración psíquica. El estudio también analiza el miedo como emoción estructurante en estos fenómenos y su función potencialmente compensatoria en el desarrollo de la personalidad. La inclusión de perspectivas indígenas sobre el sueño amplía la comprensión simbólica de las pesadillas, permitiendo un diálogo intercultural que enriquece el enfoque junguiano. Se concluye que las pesadillas desempeñan un papel relevante en el proceso de individuación y pueden promover la autoconciencia y la reorganización psíquica cuando se interpretan adecuadamente.
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