LA DOCENCIA UNIVERSITARIA COMO PRÁCTICA FORMATIVA: RACIONALIDADES, TENSIONES E IMPLICACIONES PARA LA FORMACIÓN INICIAL DOCENTE

Autores/as

  • Ronaldo dos Santos Barbosa
  • Maria do Rosário Sá Araújo

DOI:

https://doi.org/10.56238/revgeov17n1-156

Palabras clave:

Docencia Universitaria, Formación Docente, Racionalidad Pedagógica

Resumen

Este artículo examina las racionalidades predominantes en la docencia universitaria y sus impactos en la formación inicial docente, con énfasis en los cursos de grado en Brasil. Argumenta que la concepción de la enseñanza como una mera transmisión de contenido, sustentada en una racionalidad técnico-instrumental, debilita la dimensión pedagógica y reflexiva indispensable para la formación de educadores. El estudio, de naturaleza teórico-reflexiva, se basa en una revisión narrativa crítica de la literatura sobre la docencia en la educación superior, movilizando el concepto de racionalidad en Habermas (1982, 1987) y contribuciones de autores en pedagogía universitaria. El objetivo central es discutir la tensión entre la racionalidad técnico-instrumental y pedagógica, identificando sus manifestaciones en la práctica docente y sus implicaciones para la formación de estudiantes de grado. Los resultados del análisis indican que el predominio del modelo técnico-instrumental perpetúa prácticas centradas en la transmisión, comprometiendo el desarrollo de competencias pedagógicas en futuros docentes. Se concluye que superar esta perspectiva requiere la valorización institucional de la dimensión pedagógica y la inversión en la formación continua del profesorado universitario, condición esencial para promover prácticas más reflexivas e intersubjetivas comprometidas con la formación integral de los educadores, fortaleciendo así la calidad de la educación básica.

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Publicado

2026-01-30

Cómo citar

Barbosa, R. dos S., & Araújo, M. do R. S. (2026). LA DOCENCIA UNIVERSITARIA COMO PRÁCTICA FORMATIVA: RACIONALIDADES, TENSIONES E IMPLICACIONES PARA LA FORMACIÓN INICIAL DOCENTE. Revista De Geopolítica, 17(1), e1418. https://doi.org/10.56238/revgeov17n1-156