LA EXPERIENCIA PROFESIONAL DE DOCENTES NEURODIVERGENTES Y LOS DESAFÍOS DE LA PERTENENCIA AL ESPACIO EDUCATIVO
DOI:
https://doi.org/10.56238/revgeov17n2-058Palabras clave:
Neurodiversidad, Profesorado Neurodivergente, Pertenencia, Educación InclusivaResumen
La experiencia profesional de los docentes neurodivergentes en el contexto educativo brasileño permanece en gran medida invisible, creando una brecha que compromete la efectividad de las políticas de educación inclusiva. Este estudio analiza los desafíos de pertenencia que enfrentan los docentes neurodivergentes en el espacio educativo, examinando las barreras estructurales, relacionales e institucionales que limitan su plena participación en las comunidades escolares. La investigación se caracteriza por ser bibliográfica, de naturaleza cualitativa, con objetivos exploratorios y descriptivos, basada en publicaciones científicas recientes que abordan la formación docente, la educación inclusiva y la neurodiversidad. Los resultados muestran que las políticas educativas se centran exclusivamente en los estudiantes, operando bajo la premisa implícita de la homogeneidad neurológica entre los educadores. La formación docente para la educación inclusiva descuida la neurodiversidad docente, perpetuando entornos orientados por patrones neurotípicos que crean barreras para los docentes con perfiles neurológicos atípicos. Los docentes neurodivergentes enfrentan tensiones constantes entre la autenticidad y la conformidad, necesitando enmascarar las características neurológicas para evitar la estigmatización. El estudio concluye que construir entornos educativos verdaderamente inclusivos requiere reconocer la neurodiversidad como una dimensión constitutiva de la comunidad escolar, implementar adaptaciones razonables para el profesorado neurodivergente y transformar las culturas escolares para valorar la diversidad neurológica como un recurso pedagógico.
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Referencias
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