LA EVOLUCIÓN DE LAS POLÍTICAS DE RECICLAJE Y EL FOMENTO DE LAS COOPERATIVAS DE TRABAJADORES
DOI:
https://doi.org/10.56238/revgeov17n3-019Palabras clave:
Cooperativas de Recicladores, Políticas públicas, Reciclaje, Teoría de Flujos Múltiples, SostenibilidadResumen
Este artículo analiza las trayectorias de las políticas públicas de reciclaje en Brasil que dieron lugar a la formación de cooperativas de recolectores de materiales reciclables, utilizando la Teoría de Múltiples Corrientes de Kingdon como base teórica. La gestión inadecuada de los residuos sólidos y la vulnerabilidad social de los recolectores fueron factores esenciales para la inclusión del reciclaje en la agenda política brasileña. El objetivo de este estudio es investigar y evaluar el desarrollo de políticas públicas que promovieron la creación y el fortalecimiento de estas cooperativas, identificando los principales hitos históricos, los actores involucrados y los resultados alcanzados. La metodología empleada fue una investigación bibliográfica, en la que se revisaron libros, artículos académicos e informes de políticas públicas, lo que permitió identificar los principales hitos legales y las acciones gubernamentales implementadas. Los resultados muestran que la Política Nacional de Residuos Sólidos, instituida en 2010, marcó un hito significativo en el reconocimiento del papel de las cooperativas y el establecimiento de la responsabilidad compartida a lo largo del ciclo de vida del producto. La conclusión destaca la importancia de las cooperativas como agentes de inclusión social y sostenibilidad, a pesar de los desafíos persistentes, como la falta de apoyo financiero continuo e infraestructura adecuada. Fortalecer estas cooperativas mediante políticas coherentes y alianzas estratégicas es fundamental para maximizar su potencial en la economía circular y promover la justicia social.
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