SEGURIDAD JURÍDICA EN ECOSISTEMAS DIGITALES: REGULACIÓN POR PRINCIPIOS Y AUTORREGULACIÓN SUPERVISADA PARA IA Y BLOCKCHAIN EN BRASIL

Autores/as

  • Sadre Pantoja Alho

DOI:

https://doi.org/10.56238/revgeov17n3-038

Palabras clave:

Seguridad Jurídica, Inteligencia Artificial, Blockchain, Regulación por Principios, Autorregulación, LGPD (Ley General de Protección de Datos de Brasil), Ecosistemas Digitales

Resumen

Este estudio aborda el dilema de conciliar la seguridad jurídica —entendida como previsibilidad normativa y protección de derechos— con el ritmo acelerado de la innovación en inteligencia artificial y blockchain. Analiza cómo la regulación basada en principios puede brindar flexibilidad, mientras que la autorregulación supervisada (p. ej., la prevista en el artículo 50 de la LGPD) fomenta la participación sectorial en la formulación de normas específicas. La investigación propone un modelo híbrido con evaluación de riesgos, que combina derecho indicativo y vinculante, interoperabilidad técnica, mecanismos de transparencia auditables, resolución de disputas en línea (ODR) e instrumentos económicos (seguros y fondos de compensación) para garantizar la eficacia y la protección efectiva en entornos descentralizados. Este modelo se aplica al caso de los registros públicos, bajo la hipótesis SIM (Sostenibilidad-Interoperabilidad-Marco Regulatorio). Como ejemplo internacional, se examinan la Ley de Inteligencia Artificial (MiCA) y la Ley de Inteligencia Artificial en la UE, los acuerdos sectoriales en EE. UU. y las iniciativas en Argentina (identidad digital blockchain).

Descargas

Los datos de descarga aún no están disponibles.

Referencias

Affonso, G. B. (2023). A responsabilidade civil objetiva pelos danos causados por sistemas de inteligência artificial. Raízes no Direito, 9(2).

Agência Europeia de Valores Mobiliários. (2024). Markets in Crypto-Assets Regulation (MiCA). Recuperado de https://www.esma.europa.eu

Agência Nacional de Proteção de Dados. (2023). Relatórios e estudos sobre modelos de fiscalização e regulação responsiva. Brasília: ANPD.

Agência Nacional do Petróleo. (2019). Manual de boas práticas regulatórias. Brasília: ANP.

AIAct.eu. (2025). AI regulatory sandbox approaches: EU Member State overview. Recuperado de https://artificialintelligenceact.eu

Almeida, B. S. C. (2020). Aplicabilidade dos smart contracts nas instituições financeiras. Revista do Banco Central do Brasil, 16(2).

Argentina. (2001). Ley 25.506 – Ley de Firma Digital. Recuperado de https://servicios.infoleg.gob.ar

Argentina.gob.ar. (2016). Normativa de firma digital. Recuperado de https://www.argentina.gob.ar

Ávila, H. (2016). Teoria da segurança jurídica (4. ed.). São Paulo: Malheiros.

Ávila, H. (2021). Teoria da segurança jurídica (6. ed., rev., atual. e ampl.). Salvador: JusPodivm/Malheiros.

Ávila, H. (2025). Teoria dos princípios: da definição à aplicação dos princípios jurídicos (nova ed.). Salvador: JusPodivm.

Ayres, I., & Braithwaite, J. (1995). Responsive regulation: Transcending the deregulation debate. New York: Oxford University Press.

Barbosa, M. M. (2019). Blockchain e responsabilidade civil: inquietações em torno de uma realidade nova. Revista de Direito e Responsabilidade.

Barroso, L. R. (2003). Agências reguladoras: Constituição, transformações do Estado e legitimidade democrática. In D. F. Moreira Neto (Org.), Direito regulatório. Rio de Janeiro: Renovar.

Blockchain Federal Argentina. (s.d.). Registro Público de Graduados Universitarios. Recuperado de https://bfa.ar

Borak, M. (2024, 23 outubro). Buenos Aires moves from centralized to decentralized digital identity with QuarkID. Biometric Update. Recuperado de https://www.biometricupdate.com

Brasil. (1988). Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília: Presidência da República.

BrazilCrypto. (2024, 31 outubro). Latam Crypto Report #19 – Buenos Aires rolls out decentralized identity. Recuperado de https://newsletter.brazilcrypto.io

Central Bank of Ireland. (2024). Markets in Crypto-Assets Regulation (MiCAR). Recuperado de https://www.centralbank.ie

Change.org. (2025). Incorporar blockchain en la gestión de registros públicos. Recuperado de https://www.change.org

CheersContracts. (2025, 4 novembro). Validez jurídica de la firma electrónica en contratos y pagarés en Argentina. Recuperado de https://www.cheerscontracts.com

Coindesk. (2024, 22 outubro). Buenos Aires adds ZK proofs to city app in bid to boost residents’ privacy. Recuperado de https://www.coindesk.com

Congressional Research Service. (2025). Regulating artificial intelligence: U.S. and international approaches (R48555). Recuperado de https://www.congress.gov

Cunha, V. (2019). A segurança jurídica e sua natureza de sobreprincípio. Migalhas de Peso.

Cyfrin. (2025). MiCA regulation explained: A guide to EU crypto compliance. Recuperado de https://www.cyfrin.io

Davtyan, T. (2025). The U.S. approach to AI regulation: Federal laws, policies, and proposals. Journal of Law, Technology & the Internet, 16(1). Recuperado de https://scholarlycommons.law.case.edu

Dig.watch. (2024, 24 outubro). Buenos Aires introduces pioneering blockchain-based digital identity for 3.6 million residents. Recuperado de https://dig.watch

European Commission. (2025). AI Act – European approach to artificial intelligence. Recuperado de https://digital-strategy.ec.europa.eu

European Parliamentary Research Service. (2025). AI Act implementation timeline (PE 772.906). Recuperado de https://www.europarl.europa.eu

Freitas, J. (2016). Regulação administrativa e vieses decisórios. A&C – Revista de Direito Administrativo & Constitucional, 16(63), 93–105.

Garcia, L. R. (2021, 29 dezembro). Boas práticas na proteção de dados: compulsoriedade ou voluntariedade? Canal Compliance.

Guerra, S. (2011). Função normativa das agências reguladoras: uma nova forma de atuação estatal? Revista de Direito GV, 7(1), 157–194.

Hahn, T. M. (2024). Regras de boas práticas e governança em privacidade na LGPD: conceitos, controles e projeções. Belo Horizonte: Fórum.

Heinen, L. (2017). Autolimitação administrativa e segurança jurídica: o setor de infraestrutura brasileiro. Tese de doutorado, Universidade Federal do Paraná.

Hogan Lovells. (2025). The EU’s Markets in Crypto-Assets MiCA regulation: A status update. Recuperado de https://www.hoganlovells.com

Holland & Knight. (2025). Blockchain & cryptocurrency laws and regulations 2026 – USA. Global Legal Insights. Recuperado de https://www.globallegalinsights.com

Justen, M. (2021). A relevância da definição de regras de boas práticas e governança pelos setores econômicos na LGPD: a necessidade de compatibilização de diversas realidades. Curitiba: Justen, Pereira, Oliveira & Talamini.

Lacerda, C. M. V. (2021). Regulação por princípios e julgamento profissional no setor público: um estudo sobre o regime IPSAS. Dissertação de mestrado, Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa.

Latham & Watkins. (2025). US crypto policy tracker – Regulatory developments. Recuperado de https://www.lw.com

Lima, J. J. N. de. (2020). Accountability, meta-regulação e proteção de dados pessoais na LGPD (Tese de Doutorado, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).

Merkle Science. (2024). CFTC vs. SEC: Navigating regulatory overlap in the crypto market. Recuperado de https://www.merklescience.com

Moreira Neto, D. F. (2003). Direito regulatório: a alternativa participativa e flexível para a administração pública de relações setoriais complexas no Estado democrático. Rio de Janeiro: Renovar.

National Institute of Standards and Technology. (2023). AI Risk Management Framework (AI RMF). Recuperado de https://www.nist.gov

Pagella, J. M. (2022). Tecnología blockchain aplicada en el registro de la propiedad. Universidade del Salvador. Recuperado de https://racimo.usal.edu.ar

Portaldobitcoin. (2024, 22 outubro). Prefeitura de Buenos Aires lança serviço de identidade digital baseado em blockchain. Recuperado de https://portaldobitcoin.uol.com.br

Reale, M. (1994). Lições preliminares de Direito (27. ed.). São Paulo: Saraiva.

Rodrigues, C. H. R. (2025). Regulação responsiva e o futuro do direito regulatório. Revista de Direito da Unigranrio, 15(1), 121–134.

Santa Cruz. (2022). Plan de Transformación Pública Digital – Tecnologías de registros distribuidos y blockchain. Recuperado de https://www.saij.gob.ar

Secretaria de Governo Digital. (2020). Guia de boas práticas – Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Brasília: Governo Federal.

Squire Patton Boggs. (2025). MiCA legal framework: How to comply with the EU’s crypto-asset rules. Recuperado de https://www.squirepattonboggs.com

Trilateral Research. (2025, 4 setembro). EU AI Act implementation timeline: Mapping your models to the new risk tiers. Recuperado de https://trilateralresearch.com

U.S. Commodity Futures Trading Commission. (2025). Digital assets – Backgrounder. Recuperado de https://www.cftc.gov

White House. (2023). Safe, secure, and trustworthy development and use of artificial intelligence (Executive Order). Recuperado de https://www.federalregister.gov

White House. (2025). America’s AI Action Plan. Recuperado de https://www.whitehouse.gov

Wired. (2025, março). The SEC is abandoning its biggest crypto lawsuits.

ZKsync. (2024, 22 outubro). World’s first ZK-backed digital identity launched in Buenos Aires.

Publicado

2026-03-12

Cómo citar

Alho, S. P. (2026). SEGURIDAD JURÍDICA EN ECOSISTEMAS DIGITALES: REGULACIÓN POR PRINCIPIOS Y AUTORREGULACIÓN SUPERVISADA PARA IA Y BLOCKCHAIN EN BRASIL. Revista De Geopolítica, 17(3), e1816 . https://doi.org/10.56238/revgeov17n3-038