PROTOCOLO DE EVALUACIÓN RÁPIDA COMO RECURSO PEDAGÓGICO PARA LA LECTURA SOCIOAMBIENTAL DE RÍOS URBANOS: ADAPTACIONES EN EL DESARROLLO Y LA VALIDACIÓN DE UNA GUÍA DIDÁCTICA
DOI:
https://doi.org/10.56238/revgeov17n3-107Palabras clave:
Evaluación Rápida de Ríos, Diagnóstico Participativo, Recursos Hídricos Urbanos, Aprendizaje Investigativo, Gestión Socioambiental, Educación Ambiental CríticaResumen
Este artículo analiza el desarrollo, la estructura y la validación de una guía didáctica construida a partir de la adaptación de un Protocolo de Evaluación Rápida (PER) para la Educación Primaria, con el propósito de responder al problema de cómo dicho instrumento puede promover aprendizajes ambientales críticos y ayudar a los estudiantes a comprender los determinantes socioecológicos de la degradación de los ríos urbanos. Basado en un enfoque cualitativo, el estudio articuló análisis documental, adaptación metodológica del PER, talleres pedagógicos y actividades de campo realizadas con estudiantes de una escuela pública del municipio de Janiópolis (PR, Brasil). El marco teórico dialoga con referencias sobre recursos hídricos urbanos (Tucci, 2008; Tundisi, 2014; 2020), Protocolos de Evaluación Rápida (Callisto et al., 2002; Guimarães, Rodrigues y Malafaia, 2012) y Educación Ambiental Crítica (Guimarães, 2004; Layrargues y Lima, 2014), además de los principios de la Política Nacional de Recursos Hídricos y del Objetivo de Desarrollo Sostenible 6 (ODS 6). Los resultados evidencian que la guía favoreció la lectura crítica del arroyo Água dos Peões, amplió la capacidad interpretativa de los estudiantes, fortaleció su comprensión de las presiones antrópicas y estimuló posicionamientos argumentativos frente a los conflictos ambientales locales. El producto se mostró sólido desde el punto de vista científico y pedagógico, con alto potencial de replicabilidad en escuelas públicas y utilidad – en términos de gestión pública – para municipios de pequeño porte. Se concluye que la guía constituye una tecnología educativa relevante para cualificar la gestión ambiental escolar, fomentar la participación social y sustentar prácticas formativas coherentes con la Política Nacional de Recursos Hídricos, los ODS y las perspectivas críticas de la Educación Ambiental, lo que justifica su importancia académica, pública y social.
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