LA GENERACIÓN Z EN LAS ORGANIZACIONES: TENSIONES ENTRE LA INNOVACIÓN, LA HIPERCONECTIVIDAD Y LOS DESAFÍOS DE LA ADAPTACIÓN A LAS ESTRUCTURAS LABORALES TRADICIONALES
DOI:
https://doi.org/10.56238/revgeov17n6-011Palabras clave:
Generación Z, Transformación Organizacional, Nativos Digitales, Cultura Corporativa, Innovación TecnológicaResumen
Este estudio examina a la Generación Z en el contexto organizacional contemporáneo, investigando las tensiones que surgen entre la capacidad de innovación y la hiperconectividad de los empleados nacidos entre 1997 y 2012 frente a las estructuras burocráticas tradicionales que aún predominan en gran parte de las empresas. Adopta una metodología bibliográfica exploratoria que analiza la literatura académica reciente para comprender cómo las características conductuales y tecnológicas de esta generación interactúan con los modelos organizacionales heredados, generando fricciones que afectan la retención, el compromiso y la productividad. Los resultados revelan que la Generación Z exige flexibilidad, propósito, retroalimentación continua y autonomía a niveles sustancialmente superiores a los que pueden ofrecer las estructuras jerárquicas convencionales. La investigación identifica que las organizaciones que adaptan las prácticas de gestión, la espacialidad del trabajo y los sistemas de comunicación interna logran retener y potenciar el talento de esta generación, mientras que aquellas que intentan imponer la conformidad con los modelos tradicionales enfrentan una alta rotación y desmotivación. Concluye que el desafío no radica en adaptar a la Generación Z a las organizaciones existentes, sino en transformar fundamentalmente la forma en que se concibe, se media y se valora el trabajo para capturar el potencial innovador que esta generación posee.
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