O USO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E SUAS CONTRIBUIÇÕES NA QUALIDADE DO ENSINO DE ALUNOS DEFICIENTES VISUAIS:UM ESTUDO DE CASO NO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DO AMAZONAS – CAMPUS HUMAITÁ

Autores

  • Andressa Brelaz de Oliveira Barata
  • Andreia Cristina Siqueira
  • Juliana dos Santos Figueiredo
  • Marcos Serafim dos Santos
  • Kamila Freire de Oliveira

DOI:

https://doi.org/10.56238/revgeov17n3-128

Palavras-chave:

Inclusão Escolar, Tecnologia Assistiva, Deficiência Visual, Educação, Acessibilidade Digital

Resumo

Este artigo apresenta os resultados de uma pesquisa de campo que investigou as contribuições da Tecnologia da Informação (TI) na melhoria da qualidade do ensino de alunos com deficiência visual. O estudo foi uma experiencia realizado com alunos deficientes visuais do instituto federal de educação, ciências e tecnologia do amazonas – campus Humaitá., envolvendo professores e estudantes com deficiência visual. A metodologia adotada foi de estudo de caso, utilizando observação direta. Os resultados evidenciaram que o uso de recursos tecnológicos, como leitores de tela, softwares educativos acessíveis e materiais digitais adaptados, contribui significativamente para o processo de ensino-aprendizagem e para a inclusão escolar. Sobre esse prisma compreendemos que a inserção da TI no contexto educacional amplia as possibilidades de acesso ao conhecimento e promove maior autonomia aos alunos com deficiência visual.

Downloads

Os dados de download ainda não estão disponíveis.

Referências

ALEGRE, Paulo Augusto Colaço Monte. A cegueira e a visão do pensamento. 2003. 01 v. Dissertação (Mestrado) - Curso de Psicologia Social, Instituto de Psicologia, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2003. CD-ROM.

AMIRALIAN, M. L. T. M. Compreendendo o cego: uma visão psicanalítica da cegueira por meio de desenhos-estórias. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1997. 332p.

BERSCH, R. Tecnologia Assistiva e Educação Inclusiva. Porto Alegre: UFRGS, 2017.

BRASIL. Lei nº 13.146, de 06 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13146.htm>. Data de Acesso:14/04/2020.

BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. . Brasília, DF, 20 dez. 1996. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9394.htm>. Data de Acesso:14/04/2020.

COSTA, Renata. Como funciona o sistema Braille? 2009. Disponível em: <https://novaescola.org.br/conteudo/397/como-funciona-sistema-braille>. Data de Acesso: 14/04/2020.

GIL, Marta. Acessibilidade, inclusão social e desenho universal: tudo a ver. 2006. Disponível em: http://www.bengalalegal.com/martagil.php. Data de Acesso:14/04/2020.

Ochaita, E. & Rosa, A. (1995). Percepção, ação e conhecimento nas crianças cegas. Em C. Coll, J. Palácios & A. Marchesi (Orgs.), Desenvolvimento Psicológico e Educação. (M. A. G. Domingues, Trad.). (pp. 183-197). Porto Alegre: Artes Médicas.

OLIVEIRA, L. S.; SILVA, M. R. A tecnologia assistiva no processo de inclusão de alunos cegos: desafios e possibilidades. Revista Educação e Tecnologia, v. 15, n. 3, p. 45–58, 2020.

QUEIROZ, Marco Antonio de. Acessibilidade Legal - O que é um Display Braille. 2008. Disponível em: <http://www.acessibilidadelegal.com/33-display-braille.php>. Data de Acesso:14/04/2020.

RABÊLLO, Roberto Sanchez; MASINI, Elcie F. Salzano. Análise de um experimento de teatroeducação no Instituto de Cegos da Bahia: possibilidades de utilização da linguagem teatral por um grupo de adolescentes. 2003.Usniversidade de São Paulo, São Paulo, 2003.

Camargo, E. P., Nardi, R., & Veraszto, E. V. (2008) A comunicação como barreira à inclusão de alunos com deficiência visual em aulas de óptica [Versão eletrônica]. Revista Brasileirade Ensino de Física, 30(3), 3401. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102- 47442008000300016&script=sci_abstract&tlng=pt>. Data de Acesso:14/04/2020.

RIO DE JANEIRO. Antônio Borges. Universidade Federal do Rio de Janeiro. ProjetoDosvox. 2018. Disponível em: <http://intervox.nce.ufrj.br/dosvox/>. Data de Acesso:14/04/2020.

ROSCH, E., Simpson, C. & Miller, S. (1976). Structural bases of typicality effects. Journal of Experimental Psychology: Human Perception and Performance. 2(4), 491-502.

TÁSSIA ROCHA. O que é o Virtual Vision. 2016. Disponível em <https://www.virtualvision.com.br/Virtual-Vision/O-Que-E-O-Virtual-Vision.aspx>. Data de Acesso:14/04/2020.

TÁSSIA ROCHA. O que é o Virtual Vision. 2016. Disponível em: <https://www.virtualvision.com.br/Virtual-Vision/O-Que-E-O-Virtual-Vision.aspx>. Acesso em: 15 nov. 2019.

Downloads

Publicado

2026-03-18

Como Citar

Barata, A. B. de O., Siqueira, A. C., Figueiredo, J. dos S., dos Santos, M. S., & de Oliveira, K. F. (2026). O USO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E SUAS CONTRIBUIÇÕES NA QUALIDADE DO ENSINO DE ALUNOS DEFICIENTES VISUAIS:UM ESTUDO DE CASO NO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DO AMAZONAS – CAMPUS HUMAITÁ. Revista De Geopolítica, 17(3), e1889. https://doi.org/10.56238/revgeov17n3-128