THE USE OF INFORMATION TECHNOLOGY AND ITS CONTRIBUTIONS TO THE QUALITY OF EDUCATION FOR VISUALLY IMPAIRED STUDENTS: A CASE STUDY AT THE FEDERAL INSTITUTE OF EDUCATION, SCIENCE AND TECHNOLOGY OF AMAZONAS – HUMAITÁ CAMPUS
DOI:
https://doi.org/10.56238/revgeov17n3-128Keywords:
School Inclusion, Assistive Technology, Visual Impairment, Education, Digital AccessibilityAbstract
This article presents the results of a field research that investigated the contributions of Information Technology (IT) to improving the quality of education for students with visual impairments. The study was an experiment conducted with visually impaired students at the Federal Institute of Education, Science and Technology of Amazonas – Humaitá Campus, involving teachers and students with visual impairments. The methodology adopted was a case study, using direct observation. The results showed that the use of technological resources, such as screen readers, accessible educational software, and adapted digital materials, contributes significantly to the teaching-learning process and to school inclusion. From this perspective, we understand that the insertion of IT in the educational context expands the possibilities of access to knowledge and promotes greater autonomy for students with visual impairments.
Downloads
References
ALEGRE, Paulo Augusto Colaço Monte. A cegueira e a visão do pensamento. 2003. 01 v. Dissertação (Mestrado) - Curso de Psicologia Social, Instituto de Psicologia, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2003. CD-ROM.
AMIRALIAN, M. L. T. M. Compreendendo o cego: uma visão psicanalítica da cegueira por meio de desenhos-estórias. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1997. 332p.
BERSCH, R. Tecnologia Assistiva e Educação Inclusiva. Porto Alegre: UFRGS, 2017.
BRASIL. Lei nº 13.146, de 06 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13146.htm>. Data de Acesso:14/04/2020.
BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. . Brasília, DF, 20 dez. 1996. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9394.htm>. Data de Acesso:14/04/2020.
COSTA, Renata. Como funciona o sistema Braille? 2009. Disponível em: <https://novaescola.org.br/conteudo/397/como-funciona-sistema-braille>. Data de Acesso: 14/04/2020.
GIL, Marta. Acessibilidade, inclusão social e desenho universal: tudo a ver. 2006. Disponível em: http://www.bengalalegal.com/martagil.php. Data de Acesso:14/04/2020.
Ochaita, E. & Rosa, A. (1995). Percepção, ação e conhecimento nas crianças cegas. Em C. Coll, J. Palácios & A. Marchesi (Orgs.), Desenvolvimento Psicológico e Educação. (M. A. G. Domingues, Trad.). (pp. 183-197). Porto Alegre: Artes Médicas.
OLIVEIRA, L. S.; SILVA, M. R. A tecnologia assistiva no processo de inclusão de alunos cegos: desafios e possibilidades. Revista Educação e Tecnologia, v. 15, n. 3, p. 45–58, 2020.
QUEIROZ, Marco Antonio de. Acessibilidade Legal - O que é um Display Braille. 2008. Disponível em: <http://www.acessibilidadelegal.com/33-display-braille.php>. Data de Acesso:14/04/2020.
RABÊLLO, Roberto Sanchez; MASINI, Elcie F. Salzano. Análise de um experimento de teatroeducação no Instituto de Cegos da Bahia: possibilidades de utilização da linguagem teatral por um grupo de adolescentes. 2003.Usniversidade de São Paulo, São Paulo, 2003.
Camargo, E. P., Nardi, R., & Veraszto, E. V. (2008) A comunicação como barreira à inclusão de alunos com deficiência visual em aulas de óptica [Versão eletrônica]. Revista Brasileirade Ensino de Física, 30(3), 3401. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102- 47442008000300016&script=sci_abstract&tlng=pt>. Data de Acesso:14/04/2020.
RIO DE JANEIRO. Antônio Borges. Universidade Federal do Rio de Janeiro. ProjetoDosvox. 2018. Disponível em: <http://intervox.nce.ufrj.br/dosvox/>. Data de Acesso:14/04/2020.
ROSCH, E., Simpson, C. & Miller, S. (1976). Structural bases of typicality effects. Journal of Experimental Psychology: Human Perception and Performance. 2(4), 491-502.
TÁSSIA ROCHA. O que é o Virtual Vision. 2016. Disponível em <https://www.virtualvision.com.br/Virtual-Vision/O-Que-E-O-Virtual-Vision.aspx>. Data de Acesso:14/04/2020.
TÁSSIA ROCHA. O que é o Virtual Vision. 2016. Disponível em: <https://www.virtualvision.com.br/Virtual-Vision/O-Que-E-O-Virtual-Vision.aspx>. Acesso em: 15 nov. 2019.