DESTERRITORIALIZANDO LA EDUCACIÓN: LA EXTENSIÓN COMO METODOLOGÍA DECOLONIAL

Autores/as

  • Lúcio Paulo Alves Pires
  • William Antônio Borges

DOI:

https://doi.org/10.56238/revgeov16n5-307

Palabras clave:

Educación, Extensión Universitaria, Decolonialidad, Cartografía, Metodologías Activas, Potencial de Acción

Resumen

Este artículo propone una cartografía de las experiencias educativas que surgen del encuentro entre metodologías activas, epistemologías decoloniales y prácticas de extensión desarrolladas en una universidad pública brasileña. Partiendo de la comprensión de que la educación no es neutral, sino que está atravesada por disputas, afectos y racionalidades hegemónicas, analiza los procesos formativos que desplazan la lógica tradicional de la enseñanza y afirman la extensión universitaria como modos de desterritorialización del conocimiento. Inspirado en autores como Freire, Deleuze y Guattari, Spinoza y Krenak, el estudio entiende el aprendizaje como experiencia, creación y expansión del poder de actuar. El material empírico consiste en narrativas, diarios de campo y experiencias de extensión en proyectos desarrollados en una universidad pública brasileña. La cartografía revela que, al acercar la universidad al territorio, la extensión rompe jerarquías, crea espacios horizontales de coautoría y reconoce el conocimiento comunitario y popular como central para la producción de conocimiento. Los resultados muestran que las metodologías activas y las prácticas decoloniales no solo amplían el potencial de las personas, sino que también generan nuevas formas de existir en la educación, afirmando la alegría, el encuentro y la creación como fundamentos de una educación emancipadora.

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Publicado

2025-12-24

Cómo citar

Pires, L. P. A., & Borges, W. A. (2025). DESTERRITORIALIZANDO LA EDUCACIÓN: LA EXTENSIÓN COMO METODOLOGÍA DECOLONIAL. Revista De Geopolítica, 16(5), e1183. https://doi.org/10.56238/revgeov16n5-307